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Publicado por SeuGado.com Gado

Café: Bolsa de Nova York opera com leve baixa nesta manhã de 6ª feira ainda em realização de lucros

05/05/2017 14:46

Por volta das 09h17 (horário de Brasí­lia), o contrato maio/17 registrava 132,70 cents/lb com queda de 230 pontos (fechamento da sessão anterior), o julho/17, referência de mercado, estava cotado a 134,55 cents/lb com desvalorização de 40 pontos As cotações futuras do café arábica na Bolsa de Nova York (ICE Futures US) operam com baixa de cerca de 50 pontos nesta manhã de sexta-feira (5). O mercado recua em realização de lucros após subir forte nos últimos dias. O clima no Brasil também segue no foco dos operadores, com algumas áreas produtoras do Brasil já iniciando a colheita da safra 2017/18. Por volta das 09h17 (horário de Brasí­lia), o contrato maio/17 registrava 132,70 cents/lb com queda de 230 pontos (fechamento da sessão anterior), o julho/17, referência de mercado, estava cotado a 134,55 cents/lb com desvalorização de 40 pontos. Já o vencimento setembro/17 caí­a 50 pontos, a 136,80 cents/lb, e o dezembro/17, mais distante, recuava 45 pontos e estava sendo negociado a 140,35 cents/lb. Na véspera, de acordo com a agências internacionais de notí­cias, negociadores disseram que os ajustes nos preços do arábica aconteceram porque as cotações encontraram resistência na marca de US$ 1,37/lb, provocando a quedam vista na sessão, embora baixos volumes sinalizassem uma fraca convicção do movimento. No Brasil, também por volta das 09h17, o tipo 6 duro era negociado a R$ 460,00 a saca de 60 kg em Patrocí­nio (MG) - estável, em Guaxupé (MG) os preços também seguiam estáveis a R$ 465,00 a saca e em Espí­rito Santo do Pinhal (SP) estava sendo cotado a R$ 440,00 a saca. Veja como fechou o mercado na quinta-feira: Café arábica cai mais de 200 pts nesta 5ª na Bolsa de Nova York em realização e pressão do câmbio O mercado do café arábica na Bolsa de Nova York (ICE Futures US) interrompeu uma sequência de quatro altas consecutivas nesta quinta-feira (4). Ainda assim, os principais vencimentos seguem próximos do patamar de US$ 1,35 por libra-peso. As cotações recuaram em ajustes técnicos com realização de lucros e pressão do câmbio. O clima no Brasil, diante da colheita, também segue no radar dos operadores. O contrato maio/17 fechou a sessão cotado a 132,70 cents/lb com queda de 230 pontos, o julho/17, referência de mercado, registrou 134,95 cents/lb com recuo de 250 pontos. Já o vencimento setembro/17 encerrou o dia com 137,30 cents/lb e desvalorização de 240 pontos e o dezembro/17, mais distante, também caiu 240 pontos, fechando a 140,80 cents/lb. De acordo com o analista de mercado da Origem Corretora, Anilton Machado, as cotações do arábica chegaram a cair mais forte na sessão, mas acabou reduzindo as perdas no fim dos trabalhos. "Após quatro pregões consecutivos de alta, hoje tivemos um dia de realizações no terminal norte-americano. Na mí­nima, as cotações chegaram a 132,35 cents/lb com baixa de 510 pontos, sendo que a queda foi amenizada", disse em relatório. Outras commodities também recuaram nesta quinta, como o petróleo e suco de laranja. De acordo com a agências internacionais de notí­cias, negociadores disseram que os ajustes nos preços do arábica aconteceram porque as cotações encontraram resistência na marca de US$ 1,37/lb, provocando a quedam vista na sessão, embora baixos volumes sinalizassem uma fraca convicção do movimento. "É macro, é um grande dia de vendas", disse um trader norte-americano í  Reuters, acrescentando que os baixos ní­veis não eram atraentes para os produtores, enquanto os especuladores vendiam as expectativas de uma grande safra 2018/19 no Brasil. O câmbio também contribuiu para o viés negativo das cotações, pois impacta diretamente nas exportações da commodity. O dólar subiu 0,77%, a R$ 3,1827, com investidores cautelosos com a reforma da Previdência e de olho nas oscilações da divisa no exterior. A colheita do café arábica da safra 2017/18 já começou em algumas áreas produtoras do Brasil, ainda que não expressivamente, e o clima também está no foco do mercado. Os trabalhos devem ganhar mais ritmo nos próximos meses. Já há relatos de colheitas sendo realizadas no Sul de Minas Gerais, maior região produtora do grão no paí­s, e Cerrado Mineiro. No cinturão produtivo de café conilon (robusta), a colheita também já começou. Mercado interno Os negócios com café seguem isolados nas praças de comercialização do Brasil, com isso os preços do arábica tiveram ligeira alta na última semana, de acordo com informações do Cepea (Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada, da Esalq/USP). Segundo pesquisadores do Cepea, a proximidade da colheita da temporada 2017/18 e as novas quedas externas na maior parte da semana passada afastaram produtores de arábica do mercado. O café tipo cereja descascado registrou maior valor de negociação nas cidades de Espí­rito Santo do Pinhal (SP) e Guaxupé (MG), ambas com saca cotada a R$ 500,00 e estáveis. A maior oscilação no dia ocorreu em Poços de Caldas (MG) com alta de 1,22% e R$ 498,00 a saca. O tipo 4/5 anotou maior valor de negociação em Poços de Caldas (MG) com 474,00 a saca e alta de 0,21%. A maior oscilação no dia dentre as praças ocorreu em Varginha (MG) com queda de 1,05% com alta de R$ 470,00 a saca. O tipo 6 duro anotou maior valor de negociação no Oeste da Bahia com saca a R$ 467,50 e alta de 0,54%. A maior variação dentre as praças no dia ocorreu em Espí­rito Santo do Pinhal (SP) com avanço de 2,22% e saca a R$ 440,00. Na quarta-feira (3), o Indicador CEPEA/ESALQ do arábica tipo 6, bebida dura para melhor, teve a saca de 60 kg cotada a R$ 460,07 e alta de 0,59%. Fonte: Notí­cias Agrí­colas
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