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Publicado por SeuGado.com Gado

Brasil tem 59 mil km de rodovias federais em estado crí­tico

10/08/2017 17:46

Estudo da CNT mostra que 57,3% das estradas pavimentadas do paí­s estão em condições precárias, embora investimentos sejam direcionados mais para manutenção da malha Pesquisa da Confederação Nacional dos Transportes (CNT) divulgada nesta quinta-feira (10/8) mostra que o Brasil ainda tem um longo caminho a percorrer no que se refere a condições das rodovias federais.Segundo o levantamento, dos 103.259 quilômetros de estradas pavimentadas do paí­s, 57,3% estão em situação precária, ou 59.167 quilômetros foram classificados como regular, ruim ou péssimas condições. O estudo não faz comparação com o indicador do ano passado. A situação é problemática, pois impacta diretamente nos custos dos transportadores e pior, oferece risco í  vida dos usuários. O número de pontos crí­ticos, aqueles com crateras na pista, quedas de barreiras ou erosões, aumentou de 2015 para 2016 - passando de 327 para 414 ocorrências. E o dinheiro público investido nas estradas cresceu (veja abaixo). -Desses [pontos crí­ticos], 230 e 304, respectivamente, são trechos com buracos grandes', aponta o estudo. -Entre as falhas identificadas pela pesquisa, aquelas encontradas no pavimento elevam o custo operacional do transporte de cargas em 24,9%', acrescentaram os técnicos. A análise de condições regionais não teve alteração significativa do quadro. O Sudeste continua tendo a melhor malha rodoviária do Brasil, conforme a CNT. De forma geral, 55,4% da extensão das estradas da região foram classificadas como ótimas ou boas. Já o norte do paí­s tem a menor proporção de rodovias nessa situação - apenas 23,4% delas foram avaliadas como ótimas ou boas. Investimentos Ainda de acordo com o levantamento, o governo brasileiro aumentou o valor aplicado na malha rodoviária no ano passado. Ao todo, as estradas sob administração da União absorveram R$ 8,6 bilhões, valor R$ 2,6 bilhões superior aos R$ 5,95 bilhões do ano anterior. O dinheiro, no entanto, não foi direcionado í  expansão das vias e sim í s obras de manutenção e recuperação. Maior parte dos recursos (64,3%) com estas operações, o equivalente a R$ 5,5 bilhões. No caso das empresas concessionárias, o investimento ficou praticamente estagnado entre 2015 e 2016 - cresceu para R$ 6,75 bilhões, contra R$ 6,66 bilhões. -Esse resultado se deve, além da crise econômica (provocou redução no movimento de cargas e queda na receita nos pedágios), í s já referidas dificuldades enfrentadas pelas novas concessionárias. Entre elas, merece destaque aquela relacionada ao financiamento das obras fí­sicas devido í s mudanças na polí­tica econômica governamental (e principalmente do BNDES)', diz um trecho do relatório. [img]https://d2vjc40pgb63dh.cloudfront.net/file/attachment/2017/08/012dac68241f3941c72011c0a258253f_view.jpg[/img] Fonte: Revista Globo Rural
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