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Publicado por SeuGado.com Gado

'Brasil começa a sair do buraco', diz ministro da Agricultura em evento com Temer

14/08/2017 09:49

Blairo Maggi participou da inauguração da usina de etanol de milho da FS Bioenergia O ministro da Agricultura, Blairo Maggi, disse nesta sexta-feira, 11, que o Brasil está começando a sair do buraco em que se encontrava quando o presidente Michel Temer assumiu o Palácio do Planalto. "Quando assumimos o governo, estávamos em queda livre. Demoramos um tempo pra arrumar a casa, nesse momento ainda estamos em crise, mas o Brasil começa a sair do buraco em que se encontrava, os empregos começam a voltar, e o presidente dá a liberdade para os seus ministros tocarem seus programas de governo", disse Maggi, ao participar da inauguração da usina de etanol de milho da FS Bioenergia, a primeira usina brasileira de etanol que utiliza milho em 100% de sua produção, ao lado do presidente. "Agradeço Temer e a oportunidade de representar agricultores e o apoio incondicional. Temer é um homem sábio, descentralizou, dá as metas e deixa trabalhar", completou o ministro. Esta foi a primeira viagem de Temer ao Estado de Mato Grosso desde que foi efetivado na Presidência da República. Ao falar da usina, Maggi afirmou esperar que o governo tem interesse no projeto e espera que a obra seja exemplo para empresários e produtores. Antes da solenidade na usina, Temer participou da abertura da colheita do algodão - Mato Grosso produz 67% de todo o algodão nacional, informou o ministro. De acordo com o ministro, a cultura do algodão veio para ficar e está cada vez mais forte no Estado. "Vossa Excelência percebeu o alto grau de tecnologia que temos nessa produção. Em cada lugar que chega o algodão, é um desenvolvimento onde centenas de pessoas participam desse progresso, desse desenvolvimento", ressaltou o ministro, dirigindo-se a Temer. "Pra não ficar só no algodão, apostamos em tecnologia para olhar problemas do agricultor", prosseguiu Maggi. O ministro destacou o papel dos produtores que trabalham com algodão, observando que eles dominam todo o processo, sendo responsáveis pelo plantio, cultivo e pela venda do produto. "Agradeço Temer pelo cuidado de apoiar essa cultura", ressaltou Maggi. Segundo o ministro, Lucas do Rio Verde "é onde as coisas funcionam na polí­tica e na área empresarial". "A indústria do etanol vem completar esse ciclo na cidade e será exemplo para o Brasil. A presença de Temer aqui mostra que estamos no caminho certo de fazer milho virar etanol. O BNDES não apoiou projeto no governo anterior, que achava que milho era só comida", disse Maggi. "O Brasil, o Mato Grosso, pode produzir o quanto quiser (de milho). Hoje são 30 milhões de toneladas de milho aqui, 100 milhões no Brasil inteiro. Quem tem fome e alguns paí­ses têm fome, não tem dinheiro pra comprar. Não vamos dar de graça", comentou Maggi. Ele disse, ainda, que um projeto como esse de usina de etanol de milho, é importante, porque "vai enxugar 600 mil toneladas de milho do mercado", disse. "Se houver dez usinas como essa, 6 milhões de toneladas seriam escoadas. "Além disso, Maggi ressaltou as polí­ticas de apoio í  comercialização de milho que têm sido feitas para contribuir para escoar a supersafra de milho em Mato Grosso. O ministro citou os leilões realizados pela Conab, de Prêmio para o Escoamento de Produto (PEP) e Prêmio Equalizador Pago ao Produtor (Pepro). "O produtor teve prejuí­zo no milho este ano (por causa do excesso de oferta). Para evitar isso subsidiamos R$ 1 milhão em PEP e Pepro", disse o ministro. Protesto Um protesto de caminhoneiros do Mato Grosso contra a visita do presidente Michel Temer í  cidade de Lucas do Rio Verde paralisou um trecho da BR-163. "Temer está inaugurando uma usina, mas não é bem-vindo na nossa cidade pelo fato de estar envolvido nesses atos de corrupção. Ele usou dinheiro da população para comprar o apoio dos deputados e se salvar na cadeira de presidente", disse ao Broadcast Polí­tico o caminhoneiro Gilson Baitaca, um dos lí­deres do movimento de transportes de grãos do Mato Grosso. Fonte: Revista Globo Rural
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