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Publicado por SeuGado.com Gado

IMA inicia recadastramento de pecuaristas

19/09/2017 10:00

Os que não atualizarem seu cadastro estarão impedidos de transitar com seus animais dentro e fora de MG O Instituto Mineiro de Agropecuária (IMA) inicia hoje campanha de recadastramento dos criadores de bovinos, bubalinos, caprinos, ovinos e equí­deos. O recadastramento é obrigatório e deverá ser feito até 29 de dezembro. Para se recadastrar, o criador deverá comparecer a uma unidade do IMA e apresentar original e cópia dos documentos pessoais e de comprovante de endereço. O criador que não o fizer estará impedido de transitar com seus animais dentro e fora de Minas Gerais, o que o impedirá, inclusive, de vender animais do seu plantel ou participar de eventos agropecuários. O recadastramento está regulamentado em portaria publicada no jornal Minas Gerais em 16 de setembro. Nele, o criador confirmará que permanece na atividade e a localização da sua propriedade, entre outros dados. A medida tem o objetivo de regularizar os dados dos criadores junto ao IMA, tendo em vista que muitos produtores deixaram a atividade ou venderam seu rebanho e não comunicaram ao Instituto. Da mesma forma, muitos já faleceram e os familiares não comunicaram esse fato ao IMA. As duas situações contribuem para que o banco de dados do órgão não esteja fiel í  realidade. O banco de dados do IMA possui atualmente cerca de 400 mil criadores cadastrados em todo o Estado, 80% de bovinos. Evitar fraudes - O diretor-geral do IMA, Marcí­lio de Sousa Magalhães, argumenta que o descompasso entre os dados registrados no IMA e aqueles que constituem a realidade onera financeiramente o Instituto que, muitas vezes, tem custos com deslocamentos para ir pessoalmente nas propriedades desses produtores. Há também gastos com o alto í­ndice de notificações de autuações devolvidas ao Instituto. -Essa situação abre brechas para fraudes de todas as ordens, inclusive econômicas, uma vez que pessoas inidôneas de posse dos dados dos produtores podem utilizá-los para transações fraudulentas. Além disso, essa situação restringe a atuação do IMA frente í s constantes demandas de ordem sanitária', pondera. Neste sentido, o diretor-geral do IMA lembra que o recadastramento está alinhado í s ações que antecedem a retirada da vacinação do gado contra a febre aftosa no paí­s até 2021, conforme previsto pelo Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa). O fim da vacinação vai exigir, entre outros, o aperfeiçoamento das informações dos rebanhos de forma a tornar mais eficaz o estado de alerta previsto nos atendimentos í s ocorrências zoosanitárias. Por outro lado, o dirigente pondera que ao regularizar os dados dos criadores o IMA poderá direcionar melhor ações de apoio a esses produtores, com programas governamentais de investimentos em melhorias na prestação dos serviços de defesa sanitária e inspeção de produtos. Fonte: IMA
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