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Publicado por SeuGado.com Gado

Começa nesta quarta nova etapa de vacinação contra aftosa

01/11/2017 09:57

No AC, AP, AM, ES, PR, RR e SP, todos os bovinos e bubalinos devem ser vacinados; nos outros Estados, com exceção de SC, campanha atinge apenas animais com até 24 meses Começa nesta quarta-feira, 1, a segunda fase da campanha de vacinação contra a febre aftosa. O único Estado que não participará é Santa Catarina, que já é considerado livre da doença sem vacinação. A etapa se estende até o dia 30 de novembro na maior parte das áreas. De acordo com o calendário do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento, os Estados que deverão vacinar todo o rebanho, independentemente da idade, são Acre, Amapá, Amazonas, Espí­rito Santo, Paraná, Roraima e São Paulo. Nos demais, a segunda dose será aplicada apenas em bovinos e bubalinos de até dois anos. Na primeira etapa de vacinação deste ano, realizada a partir de maio, a cobertura vacinal atingiu 98,28% do rebanho. De 195,4 milhões de cabeças, foram vacinados 192,1 milhões. Praticamente todos os Estados do paí­s são livres da febre aftosa com vacinação (Amazonas e Amapá, que ainda faltam, devem receber em breve o reconhecimento pelo Mapa). A meta básica do Plano Estratégico de Erradicação e Prevenção da Febre Aftosa (PNEFA), com duração prevista para dez anos, é fortalecer e consolidar o Sistema Unificado de Atenção í  Sanidade Agropecuária (Suasa) para a retirada total da vacinação contra a febre aftosa até 2023. A dose da vacina é de 5 ml e a temperatura de conservação do produto pode variar entre 2ºC a 8ºC. As agulhas devem ser substituí­das com frequência (a cada 10 animais) para evitar infecções. A dose é aplicada na tábua do pescoço dos bovinos e bubalinos e a Declaração de Vacinação deve ser formalizada no serviço veterinário oficial de cada Estado. O produtor que não vacinar seus animais fica sujeito a multa. Cuidados na vacinação - O médico veterinário da Associação de Criadores de Mato Grosso (Acrimat), Nilton Mesquita, explica que o manejo adequado e o bom acondicionamento e aplicação da vacina são indispensáveis para evitar as chamadas reações vacinais. Confira algumas dicas: Aplicação: > Conservação adequada da vacina (temperatura, local e tempo, conforme recomendação do fabricante); > Aplicação adequada para reduzir riscos de reações adversas; > Higienização de materiais e esterilização de seringas. Ambiente: > Revisar as instalações; > Manter o piso limpo e seco; > Avaliar a estrutura do curral, tronco e porteiras. Animais: > Manejo adequado e sem pressa; > Planejar o manejo com antecedência; > Separar os animais por lotes; > Utilizar tronco de contenção; > Conduzir os animais, após o procedimento, para locais com sombra, água e alimento. Para mais dicas de boas práticas na vacinação, clique aqui. Fonte: Mapa e Acrimat
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